terça-feira, 24 de agosto de 2010

Das minhas verdades...

Estou apaixonada.
É, apaixonada por mim mesma. Não. Eu não me acho apenas estou apaixonada pela minha atitude e por minha paz de espírito.
Hoje eu fiz as pazes com uma pessoa bem especial pra mim.
Que foi especial no momento certo.
E que por culpa minha, culpa dele, culpa nossa, deixou de ser especial.
Gerou raiva, angústia e alguns probleminhas.

Mas hoje eu fui lá e abri o coraçãozinho.
Falei o quão era importante ele na minha vida e aquela coisa "vamos voltar a ser amigos como éramos antes de cagar tudo?".
Como fugir? Pra que tentar se enganar? Se existe a saudade, um dos sentimentos que não te deixa esquecer o quanto determinadas pessoas são importante em sua vida. Ela sempre dá um jeitinho de aparecer, deixando tudo difícil. Difícil como quando o sinal fecha e me atravessa na minha frente um infeliz usando uma camisa igual a que eu te dei. Difícil como entro sozinha no elevador e chego a conseguir imaginar escutar suas risadas. Difícil como quando eu não tenho nada para fazer na sexta à noite. Justo na sexta. Lembra das nossas sextas? Difícil como estou na fila quilométrica do banco e justo sem sua companhia para render tantos assuntos comigo. Difícil como quando alguém passa por mim e sinto o perfume, o seu perfume. Difícil como quando toca as nossas músicas. Difícil são esses vazios que a saudade se torna cruel. Difícil são esses momentos que, por alguma falha no sistema, a vida se esquece de ocupar.
E saudades daquela personalidade livre que eu adoro por me identificar tanto.

Estamos de bem já.
Isso deixa meu coração mais leve e meu espírito mais solto.
De poder me comportar como eu sou, sem me preocupar com grilos.
E ele entendeu. Ele me fez tão bem. Me faz tão bem. (momento sem palavras)
Me fez feliz por acreditar que vale ainda apostar nas pessoas, mesmo logo depois de um tropeço; que a amizade ainda é maior que tudo. E que não precisa deixar de se amar um alguém porque existe várias formas de amor.
E...
É isso!
Tá bão!
Essa sou eu, agradecendo ao Cosmos por me mandar tanta gente boa mesmo quando eu, muitas vezes, não faço por merecer pessoas tão especiais em minha vida.


Enfim, tô feliz. Muito.
Nessas 24h.
Que venham novas 24h.

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